O país quase
sustém a respiração.
Não são apenas resultados que se aguardam,
mas caminhos possíveis para a nossa forma de viver em conjunto.
Em cada
número há decisões que chegam à escola, ao hospital,
ao trabalho, à casa onde se tenta chegar ao fim do mês.
Há direitos que podem ser fortalecidos ou fragilizados,
há vozes que podem ser ouvidas — ou silenciadas.
A espera é
tensa porque sabemos que a escolha não é neutra.
Ela define quem é protegido, quem é esquecido
e que ideia de futuro estamos dispostos a defender.
Entre a esperança e o receio, aguardamos,
conscientes de que amanhã pode exigir mais luta
ou permitir mais dignidade.
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