Passam hoje 18 anos sobre os fatídicos acontecimentos do 11 de Setembro. Aos poucos, eles vão-se esquecendo em nome de outros mais recentes. Possivelmente é esta a lei da vida.
Há 18 anos pelas 8h46 um Boeing 767 da American Airlines chocava com a torre norte do World Trade Center. Uns minutos depois seria a torre sul a visada. Duas horas mais tarde o que restava do que havia sido aquele local, eram cadáveres e escombros.
Um terceiro avião despenhar-se-ia sobre o Pentágono em Washington e um quarto a sudoeste de Pittsburg, quando se dirigia para aquela primeira cidade. O balanço destes quatro atentados suicidas seria de 2977 mortos e 6291 feridos.
Este dia é dedicado, desde então, à oração pelos mortos, que receberam, a título póstumo, a Medalha de Ouro do Congresso. Todos edifícios têm, dede então, nesse dia, a bandeira a meia haste.
O mundo que assistiu horrorizado às imagens que a televisão transmitia, já pouco relembra este trágico acontecimento que também teve nos bombeiros os seus heróis.
Não me parece que esse esquecimento seja saudável. Embora não seja passadista, é bom lembrar que o futuro de um país se faz do presente e da memória do passado, que não vale a pena ignorar porque ela estará sempre a aparecer!
HSC


