sábado, 25 de agosto de 2012

O poder da imaginação



HSC

12 comentários:

Raúl Mesquita disse...



Cara Helena:

Tenho pena de dizer, mas é outra coisa que também não existe cá, para as poucas coisas que exportamos: rolhas (cada vez de pior qualidade) e azeite.

A imaginação, por aqui, existe apenas nalguns jantares, à volta da mesa, com aquelas tiradas únicas que nos põem a rir à "UFA"!

Raúl.

Vânia disse...

Fabuloso!

Gaivota Maria disse...

Esta faltou no Jubileu da Rainha ou na abertura dos jogos olímpicos

Myself disse...

absolutamente fabuloso!
Obrigada pela partilha.

P.S. A propósito de ausência e de tristeza,não fique triste porque noutro dia vi um livro com o seguinte titulo " morrer é só não ser visto" ;) não conheço o conteúdo, mas gostei do que sugere..
Um abraço e bom fim de semana

Fatyly disse...

Muito original e obrigado pela partilha!

Tété disse...

Já agora como eu tenho o livro que me foi oferecido por um amigo após o falecimento de minha mãe, passo a elucidar-vos.
A autora é Inês de Barros Baptista,
Editora Planeta e são testemunhos recolhidos de quem fica após a perda de um ente querido e as sensações e sentimentos que nos abraçam como que afirmando que efetivamente os que partem permanecem connosco.
Quanto ao "O poder da imaginação"
gostei tanto que também quero um para substituir o meu Renault que já está velhote.
Beijinho

Ana Fidalgo disse...

Adorei!
Obrigada pela partilha!

Anónimo disse...

Eh!EH!
Quem diria até as buzinas têm um lado bonito.
Afinal é verdade tudo tem um lado bonito, tem é que se saber descobri-lo. Irei ver (melhor dizendo escutar) o próximo buzinão de outra forma :)

Anónimo disse...

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tuxa disse...

Gostei muito desta sua partilha. Aproveito para agradecer à Tété por nos ter elucidado acerca do livro. Fiquei deveras necessitada de ler acerca desse assunto. Obrigada.

Anónimo disse...

Só os britânicos conseguem estas realizações que, sobretudo, demonstram sabedoria/inteligência.
Tirar o «God Save the Queen» das buzinas de Minis (marca do meu primeiro carro, comprado com os meus ordenados, mui modestos,como era norma, nos idos tardios dos 60's...)é muito interessante. Neste ano de Jubileu Real confesso que me sinto cada vez mais monárquico, apesar de algumas "aventuras" reais, um pouco por toda a Europa... A grande vantagem é que os "royals" só representam, não governam, isto é, há só um responsável pelo bem ou pelo mal da governação. Não há passa culpas... Em última instância, os monarcas e suas famílias têm de se sujeitar ao orçamento que lhes é fixado pelos poderes legislativo e executivo, justificando com o seu trabalho ao longo do ano. Parece que é muito mais barato do que algumas repúblicas... Continuo a encontrar uma boa fonte de inspiração no "fio de prumo"... Obrigado pelo exemplo!
José Honorato Ferreira

Helena Sacadura Cabral disse...

Ai! Meu querido Zé como eu te entendo. O outro dia dei-me ao trabalho de comparar os gastos da nossa República - que eu julgava poupadinha, tonta que sou! - com uma Casa Real de um país europeu bem maior que o nosso. Ia tendo um colapso... à bon entendeur salut!
Monarquias constitucionais não me incomodam nada. Ao contrário de algumas democracias de papel que me incomodam cada vez mais!