domingo, 20 de maio de 2012

Um esclarecimento


Há alguns dias, julgo que no Correio da Manhã, li uma crónica do Juiz Rui Rangel, pessoa que admiro, na qual se afirmava que os empregados do Banco de Portugal, entre outros, haviam recebido os famigerados 13º e 14º meses. Não é verdade no que aos reformados - também eles empregados da casa -, respeita. 
Sou reformada daquela instituição e, até agora não recebi qualquer das referidas prestações.
Não sou porta voz do Banco, nem ninguém me encarregou de tal tarefa. Mas enquanto antiga trabalhadora julgo ser meu dever fazer esta clarificação.

HSC

4 comentários:

Observador disse...

O diz que disse, a falta de fundamento, a desinformação, são péssimos conselheiros.

A verdade é uma coisa muito bonita.

O seu a seu dono.

Irene Alves disse...

O problema de haver estas confusões
é uns não receberem e outros
receberem. Deveria haver igualdade.
O país é um. A crise do país deveria
ser "a crise de todos" e a ajuda
ser dada por todos. Mas como a Srª.
sabe este país tem muito tipo de
desiguldades, muitos mesmo.
Não me lembro das outras intervenções os portugueses terem
sofrido tanto como estãao a sofrer
agora.
Beijinho
Irene Alves

Anónimo disse...

Bom dia,
Mas o subsídio de férias só seria pago em Junho e o subsídio de Natal em Novembro como é que se pode afirmar isso. Vamos esperar para ver.
Com os melhores cumprimentos.

Helena Sacadura Cabral disse...

Caro Anónimo das 08:30
No Banco de Portugal não é assim. Essa é a regra na Administração Pública. O Banco rege-se por um ACT e as férias são pagas no inicio do ano.