terça-feira, 25 de abril de 2017

A estima


Podemos pensar de forma diferente, podemos ter escolhas pessoais diversas, mas uma virtude a vida me ensinou: é que mesmo quando isso acontece, há redes afectivas que, uma vez tecidas, não mais se desfazem.
No BE conto com meia dúzia de pessoas que estimo pela amizade que sempre dedicaram ao Miguel. Nenhuma mãe fica insensível a isso. Acresce que, em várias ocasiões, tenho ouvido com muita atenção os comentários de Francisco Louçã.
Ontem à tarde, na Bertrand do Chiado, foi lançado o livro "As Classes Populares", um trabalho conjunto de Francisco Louçã, João Teixeira Lopes e Ligia Ferro. O primeiro, lembrando o 24 de Abril, convidou-me a aparecer.
Se o Miguel estivesse vivo era lá que se encontraria. Pois foi justamente lá, que terminei a minha tarde, entre amigos do meu filho. À noite ainda recebi um abraço virtual do João Semedo que me reconfortou como se fosse real. O afecto é, realmente, uma parte muito importante da minha vida!

HSC

2 comentários:

Maria Isabel Mesquita disse...

Bonita maneira de reconhecer a amizade daqueles que gostam de quem nós amamos.
Eu faria o mesmo.
Abraços fortes, doutora Helena
Maria Isabel

Silenciosamente ouvindo... disse...


Perfeitamente entendível o seu sentir.

Os meus cordiais cumprimentos.

Irene Alves