terça-feira, 14 de julho de 2015

O 14 de Julho


Há uns anos o Ernâni Lopes, o Rui Almeida Mendes e eu própria celebrávamos a noite da tomada da Bastilha em Paris. E foi uma longuíssima noite porque chegámos ao hotel já bem tarde,. Felizmente que a reunião de trabalho que se seguiu não pedia muito de nós...
Infelizmente já ambos partiram. Mas enquanto o Rui foi vivo, sempre que os três estávamos em Portugal, tentávamos almoçar neste dia, relembrando os velhos tempos.
Hoje passam 226 anos sobre o primeiro 14 de Julho, aquele em que o povo de Paris marcou o início simbólico da Revolução Francesa.

HSC

10 comentários:

Dalma disse...

Ontem m Vannes (Bretanha) também houve desfile, à medida de uma pequena cidade, claro, mas estranho não senti grandes manifestações à passagem das diversas forças, os cânticos mal se ouviam e não me lembra de ouvir palmas... Estranho!

Anónimo disse...

🌹🌹🌹

Silenciosamente ouvindo... disse...

Nesta Europa parece que tudo mudou...
Já se pensa: comemorar o quê?
Muito estranho o momento presente!!!
Cumprimentos.
Irene Alves

maria franco disse...

É bom, de quando em quando encontrar aqui algum
apontamento. E eu gostei deste, tem memórias!.
Obrigada.

Anónimo disse...

Esses momentos já ninguém lhe tira. Vão desaparecendo alguns que nos eram queridos, mas essas vivências, muito especiais ficam.
Acabo de ler notícia, veiculada pela Renascença, de uma empresa têxtil de Viseu, creio que GOUCAM, na qual a administração oferece um salário mínimo a trabalhadora, ou trabalhador, quando nasce um filho. Neste tempo de «eu acho» felizmente ainda há quem tome iniciativas (e numa fábrica de centenas de operárias e qualquer coisa como duas dezenas de homens. Sabe bem saber...

Anónimo disse...

🌷

Maria do Rosário disse...

Foi com enorme alegria que a vi hoje nos correios da Av de Roma e lhe pedi para me autografar um livro.
A minha timidez não permitiu que lhe dissesse nada, mas aqui onde é mais fácil para mim, digo-lhe o que gostaria de lhe ter dito ao vivo e a cores.
Não imagina o que eu gosto de si e a inspiração que representa para mim.
Muito Obrigada

Maria do Rosário

Anónimo disse...

Hand on hand.

http://youtu.be/OYcmRThu0mU

A

Catarina Baleia disse...

Olá Helena!
Faz três anos que já não escrevia! Tenho um livro editado (2009), e agora depois de períodos menos felizes, que sugaram a minha presença à família, voltei! Leio muito o que a Helena escreve, oiço muito o que a Helena diz, e quanto mais a leio, quanto mais a oiço mais quero ler, mais quero ouvir! A Helena faz lembrar-me a minha mãe, na essência que transmite! Também ela quebrou barreiras da sua época, (nascida em 1949) estudando e tornando-se uma Analista Química de excelência. Comecei a admirar a Helena pelo entusiasmo dela sobre si. e pela empatia. Já li, "E nada o vento levou"; li "O amor é dificil" ; li "mulheres que amaram demais"; li "Erros meus, má fortuna, amor sempre?" Etc... Helena, não vale, eu leio os seus livros em uma semana :)... Gosto muito de si! e quero dizer-lhe e está dito! Obrigada e continue, continue porque nos meus 29 anos, ainda a quero ouvir e ler muito.

Helena Sacadura Cabral disse...

Catarina
Bem haja pelas suas palavras!