terça-feira, 12 de julho de 2011

Duas notas


Não, não sou o Professor Marcelo. Não dou notas a ninguém, a não ser aos alunos. Estas, a que me refiro, são apenas duas questões que me andam a preocupar.
A peimeira, respeita os Estados Unidos e a sua astronómica dívida. Sim, porque não é só a Europa que está endividada. A América também está. E se Obama até 2 de Agosto não conseguir o consenso do Congresso para reduzir a dívida em 4 mil milhões de dólares, o país entrará em situação de incumprimento. De que, não tenhamos dúvidas, as consequências também se fariam sentir deste lado do Atlântico...
A segunda, refere-se à entrevista concedida ppr Durão Barroso a Fátima Campos Correia. Embora eu não aprecie o estilo da entrevistadora e entenda que as perguntas que fez não foram as mais interessantes, as respostas do Presidente da Comissão Europeia não me satifizeram absolutamente nada. Para além do elogio em causa própria, muito pouco adequado, a repetição da promessa de que lá para o Outono irão regular as agências de notação, pretende fazer dos portugueses idiotas.
As vezes, sem conta, que a dita Comissão e o seu Presidente já prometeram isto, sem nunca alguma coisa sair do papel, é inaceitável.
Porque será que estes "piquenos tops de excelência" não falam menos e fazem mais?!

HSC

13 comentários:

voz a 0 db disse...

Admiro a sua capacidade e coragem... Eu não suportei ouvir mais de +-30 segundos... entre a entrevistadora e entrevistado as náuseas que me provocaram foram insuportáveis! Pelo que nem forcei...
De resto, também não espero aprender nada de nada vindo daquele "ser"...

Raúl Mesquita disse...

Hear, hear Helena!

Se a Helena chegou a ter tempo para visitar o meu "post" sobre este assunto, reparou que eu, no fim, afirmei que era caso para perguntar se a Chanceler alemã e o Presidente da Comissão Europeia, afinal, estavam deste ou daquele lado do Atlântico…

Mais palavras?

Raúl.

Kiki disse...

Cara HSC, gostava muito de ouvir a sua opinião sobre a situação em que o nosso "planeta" pode entrar caso os EUA entrem em situação de incumprimento. Estou muito preocupada... A Europa está no estado em que está, os EUA para lá caminham... Que vai ser feito disto tudo?... Os chineses vão tomar conta de nós? Vai andar tudo a penar por um pedaço de pão?... É arrepiante começar a pensar no que poderá vir a acontecer...

Fada do bosque disse...

Não fazem mais porque são marionetas dos banqueiros de sempre... aqueles que decidem o futuro da Humanidade. Infelizmente esses políticos traidores entregaram os seus Povos, em troca de boa vida, poder e vida eterna patrocinada e "perpetuada" (isso julgam eles) pela ciência. Estamos a dar o último passo para a ditadura científica, a ditadura do Governo Mundial, composto por famílias reais, banqueiros, barões do petróleo e políticos corruptos. A Nova Ordem Mundial está a chegar e nada, mas mesmo nada será como antes. Quem quiser saber o que irá acontecer, tem de regredir na História... para isso deixo aqui uma sequência de vídeos que esclarecerão a forma como iremos , os que escaparem, sobreviver daqui em diante. Esta crise foi forjada pelas elites para detruirem o nosso "modus vivendi" Irão instalar, aliás a ifra-estruturas estão concluídas, um similar ao chinês em todo o Mundo só precisam segundo Kissinger, da crise certa. Barroso não passa de um traidor como muitos outros... está à espera de ordens para que tudo colapse, agora que conseguiram com que o Tratado de Lisboa fosse IMPOSTO!!!
Quem não quiser ver tudo, o vídeo nº 7 é esclarecedor! Estavam a "negociar" o surripianço da Soberania dos três Estados norte americanos, quando foram apanhados em Ottawa por repórteres "free lancer" e os media divulgaram. Nota-se a irritação de Condoleeza Rice no final do 6, e a atrapalhação dos outros corruptos como o Durão, Merkl e Bush. Tinha de haver pelo meio um português. É o que mais odeio... é esse traidor!
Chegouo golpe final. :((

gogol de kapote disse...

A peimeira, respeita os Estados Unidos e a sua astronómica dívida...

a peimeira é que os USA's podem imprimir à vontade porque a reserva federal é una

os estados europeus são legião
uns querem imprimir outros não

e imprimir moeda para tapar buracos
ou criar dívida para fazer o mesmo

só funciona se os chinocas comprarem
e a moeda não se desvalorizasse
mas se há mais...manter o valor

é um no no noh

Helena Oneto disse...

"Duas notas" que valem por mil!!!

aNaTureza disse...

Tenho a impressão de quem chega a algum cargo de "topo", foi porque já aceitou as regras de como se rege esta sociedade capitalista e que se traduzem em falta de ética, e grande desonestidade.

Infelizmente cheguei a esta conclusão há muito tempo.

Paulo de Abreu e Lima disse...

Apetecia-me responder a estes comentários todos, mas nem tenho procuração, nem tempo.

(Helena, não serão 4 mil milhões, mas 4 biliões (segundo a notação francesa-europeia) ou 4 triliões (segundo a saxónica: três zerinhos a mais...)

Anónimo disse...

Bom Dia cara Helena.
"...blá, blá, blá..." Mais do mesmo, para variar... Esta "malta", bem vestida, bem falante, não passam de uns "vendedores de hambiante".
Beijinhos e se possível tenha um Bom Dia.
Carla Silva

Helena Sacadura Cabral disse...

Caro Paulo
Faça as continhas!:))

Paulo de Abreu e Lima disse...

Helena, vim do FED: a dívida americana está em:
$ 14 496 120 000 000,00 and counting. O défice está em:
$ 1 393 190 000 000,00 and counting! A dívida americana está em quase 100% do PIB e o défice em 9,2%!

Qualquer dia temos que arranjar quaquilhões :)

voz a 0 db disse...

Neste caso vou fazer o desempate!!!

Se o Obama diz "4 triliões" para nós significa "4 biliões"...

Para nós "4 mil milhões" para o Obama são "4 biliões"

A culpa não é minha quem inventou esta palhaçada já morreu faz Tempo e pelos visto só serve para complicar o esquema!

Anónimo disse...

Acho que vamos todos ter de cultivar uma horta para sobreviver...

Quanto à entrevista da Campos Ferreira ao Durão Barroso, pobre, pobre, pobre, muito pobre!!!
Mas esperava-se dali algo mais? Mesmo que as perguntas fossem outras, a entrevista continuaria a ser pobre...probre...pobre, muito pobre.
Lurdes