domingo, 18 de janeiro de 2026

A CAMINHO DA SEGUNDA VOLTA

Acabou a primeira volta das Eleições. Parecem estar definidos os candidatos à segunda, Não vai ser fácil viver neste tumulto, agora em numero mais limitado, outra vez ...

Dá mesmo uma sensação de recomeço do aperto. A primeira volta termina, mas o clima não acalma — às vezes até fica mais tenso, porque agora tudo se polariza de vez.

Viver este período pode ser cansativo. Mas talvez ajude lembrar que:

  • não se é obrigado(a) a acompanhar tudo o tempo todo;
  • escolher quando e onde se informar, já é uma forma de autocuidado;
  • dá para discordar do tumulto sem se desligar da realidade.
  • Emocionalmente: sensação de cansaço, irritação, ansiedade, desânimo ou até um aperto difícil de explicar.
  • No dia a dia: dificuldade de se concentrar, vontade de se desligar de notícias/redes, rotina mais pesada, menos energia.
  • Nas relações: evitar certos assuntos, tensão com familiares/colegas, medo de conflito, afastamento de algumas pessoas.

Não precisamos elaborar muito — podemos dizer algo como “mais emocional”, “mais nas relações” ou “um pouco de tudo”. 

4 comentários:

Daniel Marques disse...

Li-a e senti esse cansaço que menciona, Helena. Por aqui, a minha resistência passa por trocar as notícias de última hora pela observação da cidade que pulsa além dos boletins de voto. Às vezes, o melhor antídoto para o "recomeço do aperto" é precisamente o prazer de andar, parar e olhar… sem pressas. Um pouco de tudo o que descreve sente-se no ar, mas a escolha de onde colocamos a atenção é a nossa última parcela de liberdade.

Anónimo disse...

Acabou por agora.
Esperei por iluminação divina e não me adiantou nada.Não ganhou quem eu queria,mas do mal o menos.De qualquer maneira seria melhor a segunda volta ser disputada entre outros.
Resta esperar por nova oportunidade.Veremos…

Pedro Coimbra disse...

Sabe qual é o cúmulo da lentidão?
Correr sozinho e ficar em segundo.
A Direita nestas presidenciais.
Tenha uma excelente semana

Marques Aarão disse...

Quando o 1º é o menos mal assim vamos em Portugal