quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

À espera dos resultados eleitorais,

O país quase sustém a respiração.
Não são apenas resultados que se aguardam,
mas caminhos possíveis para a nossa forma de viver em conjunto.

Em cada número há decisões que chegam à escola, ao hospital,
ao trabalho, à casa onde se tenta chegar ao fim do mês.
Há direitos que podem ser fortalecidos ou fragilizados,
há vozes que podem ser ouvidas — ou silenciadas.

A espera é tensa porque sabemos que a escolha não é neutra.
Ela define quem é protegido, quem é esquecido
e que ideia de futuro estamos dispostos a defender.
Entre a esperança e o receio, aguardamos,
conscientes de que amanhã pode exigir mais luta
ou permitir mais dignidade.

 

3 comentários:

Anónimo disse...

Sra Drª Helena S C
Que o eleito seja realmente um Homem de valores e se preocupe com o destino da saúde,da segurança,da cultura,da habitação e da justiça em Portugal.
Chega de caos, há anos e anos, e tudo na mesma, como a lesma!
Que traga com ele a esperança de um futuro digno para todos,todos,todos!
E está na nossa mão a escolha da alta individualidade para nos representar além fronteiras…
Esperemos que com orgulho!
Grato pela partilha de todo o seu saber.
José


Pedro Coimbra disse...

Dignidade, haja dignidade no debate, por favor.
Não peço mais.

Marques Aarão disse...

Sobre a chamada abstenção, repescagem de 2014:

Anulei o voto desenhando no boletim um campo para abstenção escrevendo essa palavra e aí colocando a respectiva cruz (X)

Que alguém me esclareça sobre um tema que tenho entalado na caixa dos pirolitos, e que não vejo nem sequer debatido onde quer que seja.

Cá para mim a ausência nas mesas de voto não tem nada a ver com abstenção mas sim com absentismo, seja qual for o motivo da não comparência, e podem ser muitos.

Precisa-se uma explicação para a razão pela qual não é criado um campo para abstenção em cada boletim de modo a ser considerado voto validamente expresso.

Não sei porque não, mas se calhar até sei.

Se não obtiver nenhum esclarecimento continuarei a pensar que confundir propositadamente absentismo com abstenção não passa de uma grosseira fraude descaradamente repetida.

Se o dicionário não é suficientemente esclarecedor no estabelecimento da diferença altere-se o dicionário.

Tão simples como isto:

Absentismo=Ausência

Abstenção=Acto presencial

Politicamente basta pensar nos nossos deputados que para se abster tem que estar presentes e se não põem lá os pés tem falta justificada ou não.

Note-se que esta posição não pretende defender de modo nenhum o voto obrigatório

Campanhas eleitorais, uma inutilidade para comer papalvos.

Uma única frase servia para todos se apresentarem, olhem para o que eu fiz e meçam bem como faço ou o que seria capaz de fazer se me dessem rédeas.