Depois de votar, fica no ar uma sensação difícil de definir.
É uma mistura de alívio por ter cumprido um dever cívico e de inquietação pelo
peso da escolha feita. O gesto é simples — um papel, uma cruz, uma urna — mas o
significado é profundo. Por alguns instantes, sente-se que a própria voz ganhou
forma, ainda que pequena, dentro de um processo muito maior.
Há também um silêncio interior que acompanha o momento
seguinte: perguntas sobre o futuro, dúvidas sobre se a decisão foi a melhor,
esperança de que o voto represente mudança ou, ao menos, continuidade
responsável. O estado anímico oscila entre a confiança e a apreensão, entre o
orgulho de participar e a consciência de que os resultados escapam ao controlo
individual.
No fim, votar deixa uma marca emocional discreta, mas
duradoura. É a sensação de pertença a uma comunidade que decide em conjunto,
carregando tanto expectativas como receios. Mesmo sem certezas, permanece a
ideia de que participar importa — e que, naquele breve momento, cada escolha
contou.
Talvez em nenhumas outras eleições tenha tido tantas dúvidas.Sinto-me ainda indecisa, mas,claro,já eliminei alguns(mau era,em 11)De qualquer maneira,daqui até domingo irei ter tempo para refletir.Espero uma iluminação divina!
ResponderEliminarUbuntu
ResponderEliminar:-)
Alea Iacta Est
ResponderEliminarActa,Non Verba
Veritas Lux Mea
Lux
🦋
ResponderEliminarMenina Leninha
ResponderEliminarDever cumprido e que não seja traído
Zé Portugal
Senhora, que se cumpra o Amor a Portugal
ResponderEliminarUm dia há-de vencer!
https://youtu.be/-GYvrXS2OZI?si=0dHmuRX7gVlYcosz
Ambrósio
À semelhança da primeira pessoa que comentou este post, também tive grande dificuldade em definir o sentido do meu voto.
ResponderEliminarE não foi porque os candidatos fossem todos muito bons...