“Pecámos contra a dignidade dos cidadãos da Grécia, Portugal e, muitas vezes, da Irlanda também”, começou por dizer o atual presidente da Comissão Europeia. O próprio considerou que, por ter presidido ao Eurogrupo recentemente, essa declaração até pode parecer “estúpida”. O luxemburguês não quis comentar a atual situação da Grécia e preferiu dizer que as instituições europeias têm de “aprender as lições do passado” e “não repetir os mesmos erros”.
(in Observador)
Tenho muita dificuldade em perceber as estratégias políticas e custa-me muito ver a economia ser posta ao seu serviço. Julgo, até, que me não teria feito economista se, há cinquenta anos, tivesse percebido que seria esse o destino desta área de estudo.
Tento sempre perceber "a causa das coisas", mas chegada à frase de Juncker que acima cito, confesso que empanquei e não consegui vislumbrar a razão por que ela é dita agora e não quando ele substituiu Durão Barroso.
Li bastante do que por aqui se escreveu a defender e a atacar. Mas ou é incapacidade minha, ou ninguém me conseguiu explicar de modo convincente a oportunidade temporal da frase, já que o seu conteúdo não deixa qualquer dúvida. Mas, então, Juncker não esteve no Eurogrupo?!
HSC





