quinta-feira, 9 de março de 2017

Medos

“Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.”
                           Nelson Mandela

Já senti medo algumas vezes. Não muitas, felizmente. Sei, por experiência própria, que se pode ter medos concretos e que se pode recear algo que não se vê, não se palpa, mas se intui. Este é, a meu ver, o pior de todos os medos, porque nos inibe de mobilizarmos as nossas forças no sentido de o ultrapassar. Ele impede-nos de agir, impede-nos de falar, impede-nos de viver.
O medo difuso, muito característico de sistemas políticos totalitários, é a grande arma de quem manda. À semelhança da aranha, o detentor desse poder  vai tecendo uma teia até dominar completamente aqueles que se atrevem a fazer-lhe frente.
Nem sei bem a que propósito me lembrei deste tema. Possivelmente foi por acreditar que a democracia representa o oposto disto tudo. É sempre difícil explicar o motivo porque se escolhe um determinado assunto para fazer um post. Deve haver uma qualquer razão obscura para o ter feito. Quem sabe se não foi a pensar nas voltas que a vida dá e que a frase de Mandela tão bem ilustra. Deve ter sido isso...

HSC

3 comentários:

Aniceto Carvalho disse...

Não é preciso resposta nem comentário... está tudo nas entrelinhas.

Pedro Coimbra disse...

Não terá sido um medo muito recente de uma conhecida Academia??
Bfds

Anónimo disse...

Nelson Mandela era um ser iluminado.

"À medida que vamos tendo mais espírito, achamos que há mais homens originais. As pessoas vulgares não fazem distinções entre os homens."

Blaise Pascal