sábado, 4 de fevereiro de 2017

Dos parvos não reza a História!

Como já devem ter notado os posts sobre política neste blog - incluindo os de matéria económica que, às vezes ainda tinha uma réstia de paciência para ouvir - esfumaram-se com o vento. É que foram tantos os disparates que ultimamente ouvi nas análises ou nas pseudo entrevistas, nos frente a frente, nos comentaristas oficiais, que decidi por uma questão de sanidade mental bani-los daqui e da televisão.
Resta-me o mundo real com as complicações da TSU, do salário mínimo nacional, dos monólogos das confederações e dos sindicatos, das recusas de tudo e de qualquer coisa por parte da CGTP - mesmo quando os trabalhadores tenham optado por soluções diferentes -, das salsadas de trânsito que me fazem dar volta a Lisboa para não passar na Av da Liberdade e no Marquês, dos buracos na rua em que vivo, que precisava de ser habitada por um membro do governo, para ser logo recuperada, enfim, resta-me já pouca coisa que me divirta nesta terrinha que tanto amo.
Bato-me por ter uma empresa que paga impostos em Portugal, quando tudo aconselhava que os pagasse lá fora, tenho clientes estrangeiros que tento atrair para o nosso país e cá deixarem o seu dinheiro, desvalorizo a dívida que aumenta sem que Centeno nos explique porquê, enfim, tento cumprir com aquilo que sendo idiota eu considero dever fazer pelo meu país.
Mas confesso que quando me dizem que eu sou parva, começo a sentir dúvidas sobre se não o serei e, o que é pior, é que jamais serei capaz de ser de outra maneira!

HSC

2 comentários:

João Menéres disse...

Mais uma análise escorreita !

Melhores cumprimentos.

Anónimo disse...

Boa noite!
Calma Dra! A Gerinconça tem o Plano B - As vacas estào quase todas a levantar voo...
Haja ordem que elas resolvem a desordem com mais desordem.