terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Ser feliz


Hoje decidi o mesmo. Com um OE 16 aprovado pelo PCP e pelo BE, como é que não se pode estar feliz?!

HSC

26 comentários:

Anónimo disse...

O ano passado passou um.orcamento bastante pior para nos ... aquilo é que deve ter sido uma felicidade... imagino.

Anónimo disse...

Yesssss Be Cool

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:-)

Hélder Oliveira disse...

Hum não sei se essa felicidade é mesmo sincera ou se trata apenas de uma ironia...

www.pensamentoseepalavras.blogspot.pt

Manuel Pereira disse...

É um tempo novo! Com muito melodrama: vamos chorar muito no final.

Manuel Pereira disse...

Permita a metáfora: António costa é a Linda Lovelace lusitana. Caramba! Até o "grande Gerónimo" se deixou seduzir pela luxúria!

Manuel Pereira disse...

Paraíso no ano de 2200.
Mário Soares estava furibundo. São Pedro tivera a ousadia de lhe destinar Madre Teresa de Calcutá como companheira de eternidade. A eternidade assemelhava-se a uma longa e dolorosa obra prima de mestre Manuel de Oliveira, uma seca ao lado de uma Santa cujos banhos tinham uma periodicidade quinquenal. Ele que tivera uma vida terrena bigger than life. Passava os dias a visitar criancinhas malcheirosas. Coisa horrorosa! De repente vê passar Cavaco Silva acompanhado de … MADONNA! Não podia ser! MADONNA! O filho de Boliqueime ao lado da Rainha da Pop! A eternidade ao lado de uma devassa! Francamente vou fazer uma reclamação berrou Mário Soares. Dirigiu-se ao gabinete de São Pedro e barafustou: isto é uma perseguição! Uma infâmia! O senhor traz à memória o juiz encarregue de julgar o meu amigo José Sócrates! Por falar, como é que teve a coragem de presenteá-lo com a Manela Moura Guedes? Eu com a MADRE, o José com a MANELA e o Cavaco com a MADONNA? Qual é a justificação? Responde São Pedro com a sua paciência de santo: percebeu tudo mal Mário, nos casalinhos quem está de castigo são as gajas, a Manela e a Madonna.

São Pedro foi cruel com António Costa: Destinou-lhe como companheira de eternidade o John Holmes.

Manuel Pereira disse...

A Pulguinha Punk era tramada. Um dia resolveu passear pela floresta tropical e enquanto mascava pastilha elástica e curtia AC/DC com os seus headphones deu de caras com o garboso e ponderoso elefante. Fogosa como era, não perdeu a oportunidade e desafiou o paquiderme com a sua voz flausina: queres fazer amor? O elefante ficou mudo perante tal convite e a pulguinha Punk provocadora voltou à carga: então estás com medo de não me conseguires encher as medidas? Perante tal desaforo à sua virilidade o elefante não teve hipótese senão lavar a sua honra satisfazendo o desejo da devassa. Escolheram a sombra de um coqueiro e quando o elefante estava a momentos de atingir o êxtase, na sua excitação levantou a tromba que embateu nos três cocos que balançavam por cima da sua cabeça e estes caíram sucessivamente em cima da mesma, toc toc toc. O elefante sussurrou, aii aii aii, ao qual a Pulguinha Punk com voz aflita indagou: magoei-te querido?

A Pulguinha Punk é Catarina. Será preciso dizer quem é o paquiderme?

Ainda não está com curiosidade para ler o meu romance? :)

Com todo o respeito Helena.
M. Ó Pereira

Manuel Pereira disse...

A Terra de Ninguém

"Consciencializou-se que não era melhor que Ada. Eram farinha do mesmo saco. Faces da mesma moeda. Ada que nunca devia ter sido mais que uma pranchada de carnaval, uma inesperada, fabulosa e vertiginosa pranchada, pranchadas, o plural é a forma correta, juntara-se a fome com a vontade de comer, devoraram-se um ao outro. Só podia dar merda. Nunca lhe foi fiel. Nunca fora fiel a ninguém. E o mais grave de tudo é que reconhecia que não tinha sido fiel a si próprio. Fora-lhe infiel, por exemplo, na véspera de casamento, não com uma qualquer menina saída de um bolo na sua despedida de solteiro, mas com alguém que lhe soprara uma maldição ao ouvido, nunca vais encontrar alguém na vida que te ame com a mesma intensidade da minha pessoa e isto é uma certeza, agora vai e daqui a umas horas cumpre o teu destino, ficarás para sempre na terra de ninguém, perdido entre dois fogos, felicidades. Roberto vacilara e quase desistira do casamento. Transportou a situação para a moderna e fraturante atualidade, teria naturalmente desistido do casamento, melhor, Ada nunca teria passado de uma pranchada carnavalesca. Seria tarado? Sim. Começava a não ter dúvidas. O fato de Ada ter demonstrado o mesmo ardor de Serena em Explosão Anal fora irresistível e inebriante, levara-o ao casamento! A serena Angélica fora a prequela! Transformar Mitó na Emanuelle da Ilha do Pessegueiro a sua primeira nomeação ao óscar! O triangulo amoroso entre ele Mitó e Cajó um delicioso exercício de humor negro saído da perversa imaginação de Woody Allen com óscar garantido para a protagonista à semelhança de Diane Keaton ou Penélope Cruz!
...
Roberto interiorizou que a imposição de tal condição provocaria o seu afastamento das filhas durante uma longa temporada ou mesmo para sempre. Sentiu-se incomodado com o seu pragmatismo, a sua racionalidade e sobretudo a frieza com que encarava a amputação de parte da sua vida até então a razão maior da mesma. A inexistência do remorso face à sua performance como pai gelou-lhe qualquer capacidade de perdão. Qualquer hipótese de condescendência perante as descendentes. Não sendo inédito nele, pendurou os esqueletos das filhas no armário e fechou-os à chave. Podiam fazer o barulho que quisessem e espernearem à vontade desde que permanecessem nos respetivos cabides."

M. Ó Pereira

Observador disse...

Talvez a oposição não esteja e, por isso, lhes aconselho que sorriam. Faz bem à saúde.

Manuel Pereira disse...

A Terra de Ninguém

Alcácer do Sal, Herdade do Pinheiro, 1 de maio de 1975

Foi o tempo do esplendor na relva do processo revolucionário.

O Alentejo era doirado e o seu horizonte era vermelho. Fascismo nunca mais e o povo estava com o MFA e com o companheiro Vasco Gonçalves, força, força companheiro Vasco nós seremos a muralha de aço, esta só apareceria em julho quando o verão já ia quente.
Brilhava um novo sol e brilhava para todos nós. Ermelinda Duarte era o rouxinol da revolução, as gaivotas voavam com asas de vento e coração de mar, as papoilas cresciam num grito vermelho de um campo qualquer, eramos finalmente livres e não voltaríamos atrás. A liberdade tinha chegado numa madrugada fria com um cravo encarnado onde estava toda a gente triste, e onde em cada rosto passara a haver igualdade, os camaradas saiam da noite clandestina e lutavam unidos e sabiam que a vitória final seria deles. Foram os tempos da reforma agrária, da terra a quem a trabalha, da construção de uma sociedade sem classes, do paraíso prometido: a ditadura do proletariado, dos crachás de Mark, Lenine, Estaline, Che Guevara, Fidel, Catarina de Baleizão, das manifestações continuas, das sessões de esclarecimento, das sessões plenárias, das comissões politicas, dos centros de trabalho, da luta contra a reação. Foram tempos de esperança, de ilusão, de utopias que pareciam concretizáveis, de diminuição de desigualdades pelo aumento dos salários e das jornas, em dois anos o peso dos rendimentos do trabalho na riqueza nacional cresceria 50%.
Nesse dia todos os sentidos, fossem eles azinhagas, atalhos, trilhos, veredas ou estradas confluíram como afluentes ou confluentes dos caminhos para a Herdade do Pinheiro.
Roberto estremeceu. O olhar da pessoa que o observava, escudado por umas nunca vistas fartas e insólitas sobrancelhas, era duro e glaciar, ininteligível, mas simultaneamente imanava um magnetismo possuidor do condão de extorquir os segredos acondicionados e aprisionados nos mais secretos e profundos recônditos do nosso ser. Roberto presumiu que não tinha passado no detetor de mentiras, tinha falhado, aquele poderoso olhar descortinara certamente que ele não era um verdadeiro comunista, que detestava vender na rua o jornal Avante, que gostava de brincar com os seus amigos burgueses, que tinha uma relutância imensa em compreender e aceitar o pai. Mas o homem permaneceu hirto e em silêncio e estendeu-lhe a mão, o aperto foi possante e tenaz. Roberto acabava de ser apresentado a Álvaro Cunhal, tinha 10 anos.

M. Ó Pereira

Manuel Pereira disse...

A Terra de Ninguém

Lisboa, 07 Outono de 1985

Roberto e Cajó cruzaram os olhares pela primeira vez no bar do Quelhas. As bochechas do Cajó notificavam que era caloiro, estavam repletas de carimbos e bocas de batom, as bocas demonstravam uma evidência, as segundanistas tinham-no apreciado. O Cajó sorriu quase impercetivelmente e Roberto retribui com um milionésimo piscar de olho que poderia ser facilmente confundido como um tique. Duas horas depois do primeiro contacto já iam na quarta super bock e no segundo charro. Ao cair da noite jantaram na cantina de Ciências e o Cajó foi apresentado à Mitó, à Bruna e ao Pipoca. À noite rumaram todos para as Catacumbas no Bairro e mais tarde desceram a rua do Alecrim até ao Cais e atracaram no Jamaica.
Na altura o Jamaica era já um emblema da movida lisboeta. De típico bar de alterne do Cais do Sodré de meados dos anos 70 metamorfoseara-se em meados dos 80 e passou a haver filas de espera para se ter acesso ao espaço. Era um sucesso, havia noites, as madrugadas de 25 de abril eram um ícone, cujo acesso às casas de banho era totalmente impossível, o espaço era ínfimo, e não se conseguia passar do primeiro degrau do ingreme e estreito corredor que constituía as escadas de acesso. O mais notável era que esse cubículo conseguia servir simultaneamente de bengaleiro! Havia um urdidor responsável pelo tecer do casulo que libertara uma borboleta que substituíra o que representava na altura o pior do disco por Sérgio Godinho, Fausto, Peste e Sida, Jáfumega, Joan Baez, James, Iggy Pop, The Boomtown Rats, e muito reggae. Certas músicas eram odes, cocaine, cocaine in my brain, Take a walk on the wild side, trenchtown rock, chamem a pulissia dos Trabalhadores do Comércio era uma senha que avisava a entrada de bófia no bar, o cerco dos Xutos com os ratos que saem da esquadra era outra. O urdidor tinha por sua graça Mário Dias e Mitó era na altura um dos cromos da sua caderneta de namoradas, que presentemente se apelidaria de amizades coloridas, Mitó tinha o privilégio de fumar charros com o DJ na respetiva cabine. O perfume da atmosfera do Jamaica era de esquerda salpicado pelo aroma da cannabis, Mitó sentia-se em casa e Roberto curiosamente também. Nessa noite, um colega de Roberto, habitador da mesma residência universitária, encontrava-se presente e apresentava-se particularmente em baixo, Roberto sabia perfeitamente qual a razão de tão evidente abatimento, fora o primeiro dia do julgamento das FP 25 de abril. Quando Roberto e a Mitó dançaram a última valsa, a música que anunciava o fim da noite na boate do basfond, o Cajó já era um deles. Acabaram a noitada em São Bento, na Lontra, aos sons das mornas de cabo verde: quando eu morrer não quero choro nem vela, quero uma fita amarela, gravada com o nome dela.
Nessa madrugada da aurora cavaquista cumpriu-se a rotina, que passou a ser igualmente a do Cajó, os amigos fizeram gazeta às aulas.

M. Ó Pereira

Manuel Pereira disse...

A Terra de Ninguém

Zambujeira do Mar, 14 de julho 2014
...
Mitó pensou que estava com alucinações, certamente tinha abusado da dosagem, parou abruptamente a sua marcha sobre o pontão de madeira que atravessava o ribeiro que desaguava diretamente na praia do Zambujal e que proporcionava o acesso à mesma, na direção contrária o Cajó caminhava acompanhado.
Mitó não via o Cajó ia para 25 anos, a sua última aparição fora na original festa de casamento do Roberto, na qual o Cajó tinha sido o padrinho da noiva, o acontecimento coincidira com o término da licenciatura do Cajó e logo após este desaparecera nas brumas da vida, sem deixar rasto, contacto telefónico ou endereço a nenhum deles.
Os anos tinham sido generosos com o Cajó, continuava belo, apresentava-se torrado pelo sol, os imensos olhos verdes amendoados continuavam a imanar a mesma ternura de sempre, à parte de alguns caracóis grisalhos, a figura permanecia imutável e a sedução intacta, nesse instante a lei do desejo invadiu Mitó de uma forma avassaladora que a deixou atordoada, o passado regressava em força e com todo o seu esplendor, o seu pensamento voou até aos tempos onde os olhares cúmplices trocados entre ela, o Cajó, e o Roberto cruzavam os ares saturados pelo fumo e o álcool da tasca da Tia Alice, autora do primeiro shot genuinamente tuga, o pontapé na cona, que servia de aperitivo, antes da Margarida Martins, futura benfeitora da Associação Abraço e na altura temida e respeitada porteira do Frágil lhes dar o salvo conduto de acesso.
Ao entardecer depois de tomar o seu quarto xanac Mitó leu finalmente os SMS da noite anterior e tomou conhecimento que a Mãe falecera.
Enquanto o táxi que a transportava para o velório da mãe percorria as estradas da planície alentejana, Mitó tomou o 5 xanac e chorou amarga e copiosamente em silencio, o sentimento que a sua vida não passava de uma mão cheia de pó era demolidor, com a morte da mãe desaparecia a única pessoa que a amava e no seu reencontro com o Cajó descortinara o óbvio que sempre evitara, afinal tinha sido apenas uma personagem secundária, o cateto mais pequeno e não a hipotenusa como sempre se achara.
Para cúmulo, o taxista pedira encarecidamente se podia ter o rádio ligado porque estava-se a jogar a final do campeonato do mundo de futebol e Mitó não tivera coragem de dizer não, nem poderia, aquele era o único táxi em serviço na terra e arredores. No momento em que a Alemanha se sagrava campeã do mundo derrotando a Itália por 5-0, Mitó odiou intensamente Roberto e Ângela Merkel e emborcou o sexto xanac.

M. Ó Pereira

Manuel Pereira disse...

A Terra de Ninguém

Epílogo

Notícia de jornal
... O esquema descrito fez a polícia judiciária solicitar o apoio internacional e o resultado da investigação é o caso que todos falam nos cafés. O caso tem repercussões políticas não só a nível nacional como europeu. A nível interno a nova estrela feminina do Bloco, Mitó Esteiros, afirmou ao nosso jornal que este caso revelava toda a perfídia de um sistema económico decadente imposto por Bruxelas e que era tempo de enfrentar de uma vez por todas o asfixiante poderio que a Alemanha exercia sobre os países da periferia lançando um novo tema de debate, a nacionalização europeia de todas as operadoras envolvidas. O partido comunista em comunicado lido pelo porta voz do grupo parlamentar, o carismático Ivo Baptista, mostrou grande preocupação pela inexistência de um sindicato dos guias que tornava particularmente vulnerável a situação dos trabalhadores envolvidos. A Associação dos Guias Interpretes de Portugal através da sua presidente, a recente coqueluche do jet set luso, Ada Cardoso, afirmou à Caras que o que se passa não é mais que uma caça às bruxas que relegam os 50 anos da nossa democracia para o período medieval. João Galamba do PS culpou as agências de rating. O PSD mantém o silêncio. A nível internacional o antigo ministro das finanças alemão em declaração a uma estação televisiva afirmou sorridente que este escândalo ao afetar os principais destinos turísticos da europa, Grécia, Itália, Espanha e Portugal provava o eterno desmazelo dos países do Sul, no entanto não deixou de dar uma canelada à França ao afirmar que a Torre Eiffel também tinha as suas culpas no cartório. A presidente Francesa, fiel ao seu estilo, tornou ilegal a atividade de todos os guias turísticos a operar no país que não sejam portadores da nacionalidade Francesa. Entretanto, a carismática Felícia Cabrita prometeu revelações escaldantes, esta noite no programa da Correio da Manhã TV sobre o cruzamento de toda esta informação com uma investigação sua. Para fazer face ao share previsto para o programa da CMTV a SIC Notícias reagiu com a seguinte contraprogramação: uma emissão especial do Eixo do Mal que versará exclusivamente o tema, Daniel Oliveira que passou de comentador a moderador do mítico programa informou que Mitó Esteiros será a convidada especial e prometeu um momento informativo absolutamente único e imparcial. A TVI 24 vai reagir com um especial comandado pelas divas: Teresa Guilherme, que balançada pelo recente prémio de Melhor Atriz de Teatro pela sua interpretação na peça “Lolita 40 anos depois”, um fresco dos nossos anos 80, e que catapultou José milho, carinhosamente apelidado de “Pipoca” para a fama, fará parceria com “Dame” Cristina Ferreira, como é tratada após ter sido agraciada com o título pela Rainha de Inglaterra, esta recentemente de luto pela morte do príncipe herdeiro. Dame Cristina promete muitas marotices aos paineleiros convidados, a presença de Ivo Baptista está confirmada. O tema já interessa a Hollywood, mas Bollywood antecipou-se com o primeiro Teaser do seu novo musical. Três milhões de visualizações na 1ª hora após a disponibilização no youtube. Aguardam-se então as revelações na CMTV.

M. Ó Pereira

Helena Sacadura Cabral disse...

Ó Helder não deve andar muito por aqui para ter essa dúvida...

Helena Sacadura Cabral disse...

Ó Observador sa a oposição não está é porque não dsbe fazer previsões!

Helena Sacadura Cabral disse...

Anónimo sa 00:03
Da felicidade do ano passado não me lembro nada. Devia ser fracota. ..

Helena Sacadura Cabral disse...

Ó Manuel Pereira aqui os comentários, como os post's devem ser curtos para não perder o fio à meada. Hoje publiquei. Mas para a próxima aconselho-o a levar os textos a uma editora!

Virginia disse...


felizmente a minha felicidade não está dependente dos OE!!

Sou feliz, malgré tout.

Manuel Pereira disse...

Helena.
Já enviei mas estamos em Portugal: "Obrigado por nos ter escolhido, temos imenso trabalho, responderemos nos próximos 3 anos".

Obrigado por ter publicado.
M.Ó Pereira

Anónimo disse...

Custa-lhe, compreende-se. Gostava mais dos OE anti-constitucionais e com uma violenta carga anti-social. Mas, habitue-se, pois terá que aturar esta maioria de esquerda até 2019. Um Post de uma ironia reaccionária, mas que não surpreende de quem vem.

Manuel Pereira disse...

Helena,

O "Roberto" detesta cunhas. Indique-me uma pessoa a quem eu possa entregar o meu romance mas que o leia. O resto o romance fará ... Desculpe a presunção mas eu nunca fui fan de água benta.

Estou-lhe a meter uma cunha: está no nosso ADN e o Roberto coitado é Tuga.

M. Ó Pereira

Ältere Leute disse...

...Só para saudar a reacção elegante da Senhora do Blogue ao abuso de quem o utilizou para fins de propaganda pseudo-literária !
MªAugusta Alves

Anónimo disse...

Muito bem, querida Drª Helena!

Afinal, tristezas não pagam dívidas.
Também, se pagasse, não necessitaria andar triste: felizmente não as tenho.
Note-se que a frase acima não é (de todo) uma crítica a quem as tenha mas, a verdade, é que agradeço a Deus ter tido os pais que tive, que me ensinaram a não querer mais do que o que posso ter e que me incutiram "o gosto de amealhar". Todavia, confesso, neste campo ensinaram-me tão bem que hoje até sou um bocadinho "forreta" ou, como costumo dizer subtilmente, excessivamente poupada.

Um ebijinho,
Vânia

Helena Sacadura Cabral disse...

Anónimo das 16;26
Está muito enganado. Não me custa nada porque vivo do meu trabalho e espero pagar menos impostos. E como não gostava dos outros OE porque sou economista e não sou burra, estou sim contente. Portanto errou o alvo.
Fico é muito inquieta consigo. Porque é que me visita?
Porque é que vem aqui sofrer com post's reaccionários? Vocação para o martírio? Ou consciência pesada?
Desejo-lhe muitas felicidades!

Anónimo disse...

🌹🌹🌹

Manuel Pereira disse...

A fonte da nossa vida é uma vaca. As suas tetas dão-nos o doce leite que alimenta a nossa existência. Quase sempre a vaca adoece e o leite começa a ser em menor quantidade e qualidade. Mas é leite e continua a jorrar das tetas. Acomodamo-nos. Por receios, medos, crenças, religiões, regras, comodismo, cobardia, estupidez, ignorância. Passamos a sobreviver. Ter coragem de matar a vaca significa viver.

Helena acabei de receber uma proposta para a edição do meu romance.
Quero Helena na 1ª fila: onde se sentam os amigos.
Altere: Pseudo é a sua vida.