quinta-feira, 14 de maio de 2015

AO: para que conste


Este blog e a sua autora, estão-se rigorosamente nas tintas para o Acordo Ortográfico e a sua obrigatoriedade. Assim, aqui irá continuar a escrever-se tudo como dantes - não em Abrantes, mas em Lisboa. Com factos e Maio com maiúscula. E sem quaisquer pactos de regime estabelecidos. Posta-se para que conste e ninguém venha ao engano!

HSC

29 comentários:

Anónimo disse...

Concordo! Eu, apenas uso quando sou obrigada. Que é o caso de documentos oficiais. Na minha escrita livre não uso. Há algumas palavras que me fazem muita confusão. Parece que muda completamente o sentido da frase.

Anónimo disse...

Parafraseando um dos políticos fundador de um partido em 1974, se hoje somos alguns amanhã seremos milhões... Tal como tenho feito com mais cuidado nos últimos anos, vou continuar a cultivar a Língua Portuguesa, com as suas raízes latina e grega, enriquecida pelo árabe e por outras culturas com quem nos cruzámos ao longo dos séculos. para tal vou recorrendo a bons dicionários e prontuários, não vá eu ficar contaminado pelos vírus da escrita que agora nos querem impor, com base no tal AO.
Esperemos que não sejam criadas coimas para quem der erros, à luz destas regras absurdas que nos querem impor, por vias constitucionais mais do que duvidosas. Basta recordar, que o Protocolo que lhe deu origem permitiu que fosse ratificado inicialmente por apenas 3 dos 8 países da CPLP, para poder ser considerado aprovado! Deu-se assim vida a um nado-morto... Até já se ouviu um deputado afirmar que estamos a seguir o exemplo do inglês… Será que ele vive noutro planeta? Quem não conhece as variantes da língua inglesa falada na Austrália, nos EUA, na Irlanda… sem que tal ponha em risco a sua internacionalização.
José Honorato Ferreira

noname disse...

E duas, pelas mesmas razões
Bom dia Dra Helena

Isabel Mouzinho disse...

Faço minhas as suas palavras, Helena!
Continuo e continuarei a escrever sem acordo, incluindo onde e quando deveria usá-lo. E que venham prender-me se quiserem...

Beijinho

Teresa disse...

Aplaudo de Pé!!!!!!!

Anónimo disse...

quanto a facto, continua a ser facto mesmo no novo AO. Pronuncia-se, escreve-se! por aí não é que o gato vai às filhoses :-)

Anónimo disse...

Ah, e pacto também é pacto e contacto e impacto, e outras palavrinhas do género.. Há é muita confusão, isso sim. Não se pode colocar pacto e impacto e contacto e facto (etc) no mesmo saco que ótimo e ação.

Anónimo disse...


A minha escrita, já é uma salada russa, escrevo a mesmo frase com e sem acordo.

Carla

Silenciosamente ouvindo... disse...

Eu farei o mesmo. Tomo a liberdade
de tirar a sua imagem para usar
nos meus blogues.
Os meus cumprimentos.
Irene Alves

Anónimo disse...

Penso que não conhece as regras do novo AO. Digo isto por estranhar que se tenha referido especificamente a facto e pacto. E essas palavras continuam a ter o 'c' no novo AO, ou seja, segundo as novas regras continuam bem escritas. Existe outra grafia, é verdade, para quem as pronuncia de forma diferente.

Anónimo disse...

Confesso que também torço o nariz ao acordo ortográfico. Mas a confusão é tremenda e desnecessária. De repente desataram a eliminar-se letras sem dó nem piedade, a torto e a direito, o que é e o que não e para eliminar. Sugiro o conversor online da Porto Editora para verificar que cês é que são para eliminar. Ora experimentem entrar em http://www.portoeditora.pt/acordo-ortografico/conversor-texto/
escrever 'pacto' e converter para AO. O resultado é 'pacto'. Experimentem também com 'facto' e o resultado será 'facto'. E para convicto e para impacto e para apto. Elimina-se o que não se pronuncia, apenas. Ah, e por favor, em contacto é a mesma coisa. 'Contacto' é 'contacto', o AO não retira letras que nós pronunciamos. Só é 'contato' para os que dizem 'contato' (os brasileiros, acho). Tanta celeuma para quê? Ao menos, que os exemplos de desagrado sejam os termos realmente alterados, como é o caso de ótimo, ação, vetor, etc.
Obrigada
Pedro

Artur disse...

De vez em quando sai este post repetido neste blog.
Falta de assunto?
P.S. estou de acordo com HSC

Maria do Porto disse...

Faço o mesmo!
Só em papelada " oficial" é que uso e sempre com o Prontuário à mão.
Não haverá maneira de reverter o processo?

maria franco disse...

Quem ensina português nas escolas
não terá outro remédio...
Eu continuarei a escrever como
aprendi.

Anónimo disse...

Não a perfilho, mas respeito a sua posição.
Contudo não entendo o que fazem as palavras «facto» e «pacto» no seu texto, uma vez que não sofreram qualquer alteração ortográfica.
Também não entendo o que a leva a pôr a bandeira nacional a servir de fundo à sua propaganda. Lembre-se que a língua não é nossa; é também nossa.
Infelizmente não oiço os políticos portugueses a usar o português nos encontros internacionais. Por norma, oiço os brasileiros.

Helena Sacadura Cabral disse...

Anónimo das 22:02
Foi do acordo assinado por Portugal que falei no post. Daí a bandeira. Esclarecido?!
E faço propaganda contra o acordo, sim, num blogue que é meu, mas onde toda a gente pode propagandear o contrário, desde que educadamente como é o seu caso.

Helena Sacadura Cabral disse...

Artur
Falo várias vezes do acordo ortográfico porque julgo ser necessário.
Quando tenho "falta de assunto" não escrevo. Isto não é um emprego remunerado...

Francisco Seixas da Costa disse...

Cara Helena : só para lembrar que "facto" não muda com o Acordo. É um mito quase também suburbano. Um abraço

Artur disse...

Se fosse remunerado era o bom e o bonito.

Anónimo disse...

Sou a favor do AO.E não é esta diferença que me afastará do Fio de Prumo.

Anónimo disse...

Para que conste - desejo-lhe um bom fim de semana ao som de B B King.
http://youtu.be/MpRIYi721WE

Ghost

Anónimo disse...

Já agora, uma senhora diz 'obrigada' e nunca 'obrigado'.
pacto e facto não são exemplo.

Helena Sacadura Cabral disse...

Francisco
Do que li pode escrever-se das duas formas. Mas o que mais me irrita é o pára e para...

Anónimo disse...

Sim, pode escrever-se das duas formas. Assim dá para os que como nós em Portugal que pronunciamos FACTO e para os brasileiros que pronunciam FATO. Onde é que paira a confusão? de facto, a pior alteração é essa de Pára e Para que cria situações ambíguas. 'o comboio para ali' pode ter duas interpretações completamente diferentes,

diogo disse...

e arquiteta , adoro esta

Anónimo disse...

Nao me diga que vai publicar os seus livros com erros ... :-)

Anónimo disse...

Pois ja que é assim, mais valia voltarmos a escrever pharmácia, castello, villa....

Anónimo disse...

E ninguém tem coragem para o revogar! Isto mete nojo.
Carlos Salvado

Carlos Costa disse...

Como é que existe um acordo sem outra nação? Todos os PALOPS + Brasil e todos os outros que falam a língua do Camōes não aderiram à este AO. Então o Acordo é entre quem? Desobediência civil e referendo par acabar com esta palhaçada é o que gostaria.