domingo, 8 de fevereiro de 2015

O Acordo Ortográfico


Não sigo o Acordo Ortográfico. Não concordo com ele nem com as razões que, de forma bastante precipitada, nos levaram a assina-lo. Portanto quem aqui vier ler o que escrevo será nos moldes em que aprendi a minha língua. O mesmo acontece com os livros que publico.
Julguei que isso decorria claro da forma como escrevo. Mas houve quem tivesse dúvidas. A partir de agora está esclarecido: no Fio de prumo não se segue o AO!

HSC 

26 comentários:

CS disse...


HCS bem haja !
Eu também não sigo o AO.

PATRIÓTICOS CUMPRIMENTOS

Miss Smile disse...

Eu concordo com o novo acordo, embora isso não signifique que o considere absolutamente perfeito. No entanto, espero que não se importe que, quando venho aqui comentar, escreva de acordo com as regras do novo acordo. Gosto muito de a ler e, às vezes, não resisto a deixar aqui a minha opinião.

Isabel Mouzinho disse...

Mai nada!

E faz muito bem Helena!...
("mesmo a sério", como dizem os meus alunos...)

Helena Sacadura Cabral disse...

Smile
Venha sempre porque é bem vinda.
Ao contrário de alguns defensores do AO - não será o seu caso - eu não obrigo ninguém a seguir o meu caminho. Apenas o torno público para que saibam com o que contam quando aqui vêm!
-:))

José Neto disse...


Aqui está uma questão (não são muitas) em que discordo de si.
Independentemente disso (discordando, não lhe nego o direito de ter a posição que tem), o que me choca na maior parte dos opinadores é ter-se transformado esta questão numa guerrilha do tipo «Benfica, Sporting) ou da que existe entre quem defende e ataca as touradas

Anónimo disse...

Bravo! Pena que tanto pacôncio e pacôncia sigam o mesmo!
Patético!
Filipe Calheiros

TERESA PERALTA disse...

Apoiado!!…
Eu também não aprovo o Acordo Obrigado (AO).
Beijinho :)




bea disse...

Bem e claramente dito:)

Prometo comentar sempre fora do acordo.

Isa David disse...

Felizmente!

Fatyly disse...

Eu sou do seu clube:) e por vezes pergunto a mim mesma o que será no dia em que surgir um revés nessa brilhante ideia que a meu ver "não passa de um chuto na língua de Camões"!

O pior é ajudar os netos nos trabalhos de casa...mas vou conseguindo:)

Um bom dia

Anónimo disse...

Acho muito bem!!!
Mas terá sido mesmo um acordo? Pelo que sei só Portugal o colocou em prática ou estou errada?

Anónimo disse...


Escrevo, algumas com palavras com o novo acordo, porque o trabalho assim o me obriga, mas não soam bem.
Na minha escrita, escrevo como sempre aprendi.

Carla

Francisco Seixas da Costa disse...

Cara Helena. Concordamos em discordar. Lá pela minha "loja" segue-se o acordo, mas, da mesma forma, os comentadores são livres de o respeitar ou não. Como diria o outro, foi para isso que se fez o 25 de abril.

Anónimo disse...

Apoiado amiga Helena!
É pena não se gerar um movimento de repúdio activo por este famigerado AO sem nexo, que nos afasta, cada vez mais, da raíz latina da Língua Portuguesa e promove o emudecimento das vogais. Bem faz Angola que afirma, claramente, que ali se fala e escreve em Língua Portuguesa! Vou continuar a escrever como aprendi, ouvindo e lendo grandes mestres e, quando tenho dúvidas, recorro aos bons dicionários que conservo.
José Honorato Ferreira

Miss Smile disse...

Filipe Calheiros
Não me parece correto que designe de "pacôncios e pacôncias" as pessoas que optam ou defendem o novo acordo. Podemos defender as nossas opiniões sem desconsiderar os que divergem de nós.

Sérgio S disse...

Eu, na minha vocação de pirata, consigo estar um passo à frente da malta do pós e contra acordos, e escrevo de acordo e em desacordo com o antigo e novo acordo ao mesmo tempo. Desta forma, comento (incluindo agora), de acordo com ambos os acordos e vice-versa, conseguindo assim ser alvo dos ataques dos intervenientes dos dois lados dos acordos. E agora?...

noname disse...

Também não sigo, não concordo e não dei poderes a ninguém para assinar por mim qualquer acordo.

Maria do Porto disse...

Também não sigo o AO. Nos documentos oficiais, sigo-o mas sempre com o Prontuário "à mão".
Mas, para os nossos alunos, a vida ficou-lhes mais fácil, na escrita. É uma verdade...
Cumprimentos

Anónimo disse...

Pois, eu também não gostei muito, mas não tive outro remédio que não fosse aderir. Sou estudante da UP, e os professores de algumas cadeiras são rigorosos quanto ao AO. Já me habituei, e, tenho chegado à conclusão de que não faz sentido usarmos consoantes que não lemos. Grave é alterar as palavras eliminando as consoantes a torto e a direito. Por exemplo, o segundo 'c' não desapareceu da palavra 'contacto', nem desapareceu o 'c' de 'facto'... etc. Há aqui confusão com as duas grafias, a dos portugueses e a dos brasileiros (a maior parte já não pronunciava aquelas consoantes). As consoantes que desaparecem são as que não se pronunciam, não me parece grave. Nas regras de acentuação é pior. Por exemplo, o 'para' em vez de 'pára' em 'o comboio para em todas as estações'. Isto sim, parece-me grave e custa-me escrever assim.

João Almeida disse...

Helena, não segue o tal AO e muito bem!
Afinal que acordo? Entre quem? Por alma de quem?
Sendo certo que hoje não escrevemos como há um século, e então não se escrevia como em 1800 (e por aí adiante), justificando-se porventura algumas correcções, tal não se coaduna com a adopção de aberrações.
Tão bons alunos que somos... em tudo. Só que como diz o Povo, quanto mais nos abaixamos...
João Almeida

diogo disse...

não me leve a mal a provocação , que serve para mim também .
burro velho não aprende línguas ?
lol

MAC disse...

Concordo, Drª Helena.
Os meus parabéns!
Cumprimentos
MAC

Anónimo disse...

Concordo plenamente! Espero que o AO seja anulado, porque não faz nenhum sentido!

Miss X disse...

E ainda bem que não apoia. Concordo plenamente consigo.

Anónimo disse...

Abençoada!
Sim, porque não somos simples «espetadores»(blherc!)da nossa querida Língua Portuguesa, quando muito espectadores!
Fernanda

Anónimo disse...

Fernanda, acontece que o 'c' de 'espectador' não caiu. Tal como disse atrás, caem as consoantes que não se pronunciam. Existem de facto duas grafias (como em outros casos) com 'c' e sem ele. Sem 'c', obviamente para os que o não pronunciam, os brasileiros (nem todos). No caso de dúvidas, aconselho a consulta de um dicionário, por exemplo, o Priberam, e vai ver que não é assim tão 'mau'. :-) Cumprimentos.