domingo, 18 de maio de 2014

As quinze medidas de Seguro


Das oitenta medidas saídas da Convenção Novo Rumo, ao que lemos, Seguro comprometeu-se com as quinze que se discriminam abaixo:
1.- Acabar com a "TSU dos pensionistas".
2.- Revogar os cortes no complemento solidário para idosos:
3.- Não despedir funcionários públicos: .
4.- Acabar com a sobretaxa de IRS:
5.- Alcançar um novo acordo de concertação social.
6.- Avançar com o Plano de re-industrialização 4.0:
7.- Criar a Estação Oceânica Internacional nos Açores
8.- Pacto para o emprego:
9.- Não aumentar a carga fiscal na próxima legislatura.
10.- Separar o sector público e privado na saúde. Os profissionais recém chegados terão de trabalhar em exclusividade para o Serviço Nacional de Saúde.
11.- Reduzir a taxa de abandono escolar dos actuais 20% para 10% durante a próxima legislatura.
12.- Recusar o plafonamento das contribuições para s Segurança Social.
13.- Cumprir as metas do Tratado Orçamental, alcançando uma meta de 0,5% do défice a médio prazo e renegociação das condições da dívida pública".
14.- Promover a reforma do Estado alterando os processos e sem fazer cortes.
15.- Defender uma nova agenda europeia

Curiosamente estas medidas de governo que se compreenderiam numa campanha para as legislativas, aparecem extemporaneamente na campanha para as europeias...
Quanto ao conteúdo, voltaremos ao assunto, depois de eu ler as oitenta acima referidas. Uma correria, depois das 120 de Paulo Portas. Eles andam numa maratona. E nós, com eles!

HSC 

7 comentários:

Observador disse...

Não será um ensaio para 2015?
A campanha eleitoral para as Europeias, de tão fraca, dói.
Gostava que alguém me dissesse se algum Partido abordou questões europeias desde que começaram a ... bla bla bla.

Não aprecio maratonas. Prefiro corrida de velocidade.

Estimada Helena, haja pachorra.
Cumprimentos

TERESA PERAlTA disse...

Ahahah!! Este, começa a ser o país das maratonas...
Meu Deus, haja pachorra mesmo!...
Querer? Certamente, queríamos todos!!....
De boas intenções está o inferno cheio... O pior é que foi esta carga de emoção populista, posta em pratica, que nos levou à bancarrota... Sem apelo nem agravo!... :(

Beijinho Helena, ate amanha.






Virginia disse...

Gostava de saber como é que ele vai conciliar coisas tão inconciliáveis!! Deve ter poderes mágicos escondidos na manga. Eu propunha que ele fosse para a Europa e deixasse outro no seu lugar....

Desculpe, Helena, mas sou alérgica ao Homem!

patricio branco disse...

e vai tratar disso com os seus deputados no parlamento europeu?
continuamos a brincar com o eleitorado, onde chega o desplante...

Fatyly disse...

Tive que sorrir com tamanha dose 80, 120 e é caso para apregoar "quem dá mais?"

Este enganou-se no calendário e pior do que isso é que muitos irão acreditar em falsas promessas e não sairemos da cepa torta.

Um resto de bom dia

Anónimo disse...

Promessas são promessas. "Vozes leva-as o vento" Enquanto disserem uma coisa e fizerem outra, ninguém acredita em nada, nem em ninguém.
Mas é preciso ouvi-los e tirar ilações e conclusões, mas também contestar, e depois votar com grande convicção. Cada um com a sua "todos diferentes, todos iguais". Os políticos estão todos desacreditados junto do eleitorado, mas enquanto não temos melhor vamos "ralhando" com estes. Pode ser que algum dia aprendam a lição. O sistema que temos é este, vamos aproveitar e votar enquanto nos deixarem, mas é preciso saber dizer "não" a politicas que não servem a maioria dos eleitores. Bem sei que as políticas públicas, cada vez mais, são determinadas a nível da europa e não de cada país. Mas se cada Estado-membro fizer um bocadinho pode ser que algum dia tenhamos (mesmo a nível europeu) governantes prontos a governar bem e cidadãos prontos a exercer bem a cidadania (em todas as áreas, não só ao nível de eleitos e leitores).

patricio branco disse...

é facil num gabinete 2 ou 3 porem no papel medidas ali inventadas, 20, 200, é questão de quererem. e depois vir cá para fora com aquilo...
nestes 3 anos os objectivos da governação afunilaram, pelos vistos, não se fala em agricultura, pac, pescas, desporto, meio ambiente, transportes, segurança, urbanismo, etc.
e quanto a educação, saude e segurança socialápenas se pensa nos cortes orçamentais