quarta-feira, 27 de maio de 2009

Os imigrantes em França

LES IMMIGRANTS, NON FRANCAIS, DOIVENT S'ADAPTER. À prendre ou à laisser, je suis fatigué que cette nation s'inquiète à savoir si nous offensons certains individus ou leur culture.
'Notre culture s'est développée en luttes, d'habileté et de victoires par des millions d'hommes et de femmes qui ont recherché la liberté.'
'Notre langue officielle est le francais; pas l'Espagnol, le Libanais, l'Arabe, le Chinois, le Japonais, ou n'importe quelle autre langue. Par conséquent, si vous désirez faire partie de notre société, apprenez-en la langue!
''La plupart des Francais croient en Dieu. Il ne s'agit pas d'obligation chrétienne,d'influence de la droite ou de pression politique, mais c'est un fait, parce que des hommes et des femmes ont fondé cette nation sur des principes chrétiens, et cela est officiellement enseigné. Il est parfaitement approprié de les afficher sur les murs de nos écoles. Si Dieu vous offense, je vous suggère alors d'envisager une autre partie du monde comme votre pays d'accueil, car Dieu fait partie de notre culture.
'Nous accepterons vos croyances sans poser de question. Tout ce que nous vous demandons c'est d'accepter les nôtres, et de vivre en harmonie pacifiquement avec nous.'
'Ici c'est NOTRE PAYS, NOTRE TERRE, et NOTRE STYLE DE VIE. Et nous vous offrons l'opportunité de profiter de tout cela. Mais si vous en avez assez de vous plaindre, de vous en prendre à notre drapeau, notre engagement, nos croyances chrétiennes, ou de notre style de vie, je vous encourage fortement à profiter d'une autre grande liberté Francaise, 'LE DROIT DE PARTIR..
' Si vous n'êtes pas heureux ici, alors PARTEZ. Nous ne vous avons pas forcés à venir ici. Vous avez demandé à être ici. Alors, acceptez le pays que VOUS avez choisi .'

(Palavras atribuídas a François Fillon, Primeiro Ministro da França)

Poderá ser duro de ler. Talvez mais duro, ainda, de ouvir. Mas não haverá nestas palavras um forte motivo para pensar?
Fomos emigrantes. Comemos o pão que o Diabo amassou. Mas nunca questionámos usos e costumes de quem nos acolheu. Ajudámos a construir os países para onde fomos e onde muitos de nós acabaram por ficar.
Não será, então, isto que devemos esperar daqueles que procuram abrigar-se no nosso seio?

H.S.C

5 comentários:

Tété disse...

É duro, mas é verdade.
Acolhem-se, dá-se-lhes tecto, dá-se-lhes trabalho.
Que se recebe em troca ? (é evidente que com excepções)- ingratidão,insegurança, inadaptação com injúria.
Igualdade de direitos? SEMPRE, mas desde que haja uma das coisas mais importantes: LIBERDADE e ACOLHIMENTO com EDUCAÇÃO...

Margarida Pereira disse...

Nada duro de ler. Um alívio, ver traduzida com singeleza e frontalidade a revolta de sermos acusados de defendermos a nossa essência cultural. E aqui cabem todos os outros capítulos.
Uma postura corajosa e de uma sinceridade a seguir.
Basta de cedências que só nos encurralam na nossa terra, nos nossos costumes, na nossa tão duramente conquistada liberdade!
Solidariedade e tolerância não são antónimos à intransigência de nos mantermos onde queremos e como entendemos.
Quem não está bem, ponha-se!
Venha e fique quem está por bem, caso contrário, vá embora em paz e que o Senhor os acompanhe.

Ka disse...

Não é nada duro, é sim muito realista.
Mas acho que a postura de quem acolhe, neste caso nós, também conta muito. Nós somos os primeiros a não nos darmos ao respeito ao mesnoprezar a nossa cultura (infelizmente é o que fazemos muitas vezes). Se fazemos isso como conseguiremos passar a mensagem?

Olhares Longínquos disse...

"Infelizmente" essas palavras não são de François Fillon. Esse discurso é, pelos visto, uma amálgama de vários discursos (de antigo Primeiro Ministro Autraliano, John HOWARD ; de um Republicano US, ...)

Em França esse discurso nunca poderia ser prononciado... ;)

No entanto, enquanto "imigrante" em França (e as aspas são simplesmente porque nunca me senti imigrante) concordo com esse discurso. Mas a verdade é que, como diz “ka”, para isso, penso eu, é necessario começar por respeitar a sua própria cultura.

Por outro lado, e sempre na minha opinião, não tem absolutamente nada a ver com o facto de dar um tecto, um trabalho, etc, a um imigrante... mas simplesmente com o respeito dos valores e da cultura de uma sociedade, de um país. O facto de um país dar aos imigrantes os mesmos direitos que aos seus próprios cidadãos é simplesmente normal... é precisamente isso que faz com que eles se sintam “integrados” e respeitem a sociedade que os acolhe. É claro, há sempre excepções... Mas no me que diz respeito, e falando da França, unico país do qual posso falar, nunca senti qualquer descriminação no que quer que seja.

Mas depois há outra coisa, a cultura Portuguesa é, no fundo, bastante semelhante à da maioria dos paízes europeus... e por sua vez, suponho que não será tão difícil quanto isso de se adaptar ou de respeitar a cultura e os valores desses paízes. Mas para outros paízes, para outras populações, com outras religiões, com outros costumes, com outras culturas, penso que o trabalho não será o mesmo. Isso não quer dizer que estejam isentos de respeitar os valores do país que os acolhe e que, muitas vezes, mas nem sempre, eles escolheram.

Helena Sacadura Cabral disse...

Aos "Olhares Longinquos" esclareço que o conteúdo das aspas foi tirado de um jornal que as publicou como sendo um discurso de François Fillon. Mas porque sei que o que se publica nem sempre corresponde à verdade, tive o cuidado de esclarecer que eram palavras que lhe eram atribuídas e não de afirmar que o discurso era seu.
Quanto à sua experiência ela é bem positiva, felizmente. Como, aliás, acontece com uma grande parte daqueles que foram para aí. O problema começa quando aquele que emigra quer manter hábitos e comportamentos que sendo normais nos países donde saíram, o não são nos países que os recebem. E a França sabe bem como isso é!